Supply chain: saiba como sua empresa pode crescer com o Data Driven.

Duas mulheres e um homem na foto mexendo em seu notebook durante um processo de supply chain

Supply chain pode se beneficiar – e muito – do uso de dados para criar estratégias realistas e cheias de potencial.

 

O e-commerce cresceu, as empresas usam plataformas de compras cada vez mais e as pessoas fazem tudo pela internet sempre à procura de agilidade. Isso significa que informações vão sendo acumuladas de maneira crescente, mas de nada adianta ter acesso a esse mercado tão vasto, sem monitorar e entender esses dados, certo? Especialmente quando falamos da área de supply chain.

 

É assim que surge o conceito de data-driven. Como o nome sugere em inglês, é uma forma de gestão orientada por dados, em que todas as decisões e ações da empresa são embasadas em informações extraídas de rastros reais deixados por clientes e parceiros.

logística 4.0

Aqui, monitorar e coletar os dados não é o suficiente. É preciso entender e converter essas informações em algo realmente útil para o negócio poder bater de frente na concorrência, compreender riscos da operação e otimizar processos. Na gestão de compras, um ótimo exemplo disso é usar uma plataforma de fornecedores para fazer relatórios de risco a partir de consultas de CNPJ e dados de diferentes fontes para ter maior segurança no processo de homologação de um parceiro. 

 

Com o data-driven, a cadeia de suprimentos do negócio ganha na agilidade da tomada das decisões e se torna mais proativo.

Afinal, mesmo que frente a um cenário incomum ou imprevisível, consegue responder a essas situações com maior rapidez.

 

Quais são os principais benefícios do data-driven?

De acordo com um estudo da Oxford Economics, 49% dos gestores ainda analisam dados manualmente para tomar decisões. Isso significa que essa pode ser uma ótima vantagem competitiva para sua empresa e, assim, uma porta de entrada para a evolução do mercado. Afinal, além da assertividade e agilidade que falamos, existem outras vantagens desse tipo de estratégia. 

 

Experiência do consumidor

Os dados ajudam o setor de supply chain a se tornar mais ágil e, consequentemente, melhorar a jornada do cliente. Ele terá respostas rápidas às suas demandas de maneira padronizada e específica. 

 

A plataforma de compras da Nimbi é um exemplo perfeito de como a tecnologia pode se adequar à demanda e melhorar a experiência do consumidor. Afinal, é dividida em módulos flexíveis que se moldam à necessidade do cliente. Dependendo da etapa do processo de compras que a empresa quer automatizar, ela pode criar seu próprio plano com as etapas que precisar. Se quer focar na homologação de fornecedores, o Certifica é a melhor opção. No entanto, se quiser isso e dados mais assertivos, pode escolher o Certifica + Analytics. 

 

Otimização de processos

O data-driven é ideal para empresas reavaliarem seus processos e entenderem o que está funcionando ou não a partir de informações realistas. No sistema de gestão de compras da Nimbi, o módulo Compra permite o rastreamento e auditabilidade de todo o processo, mantendo o registro de todas as ações dos requisitantes, compradores e aprovadores, o que pode ser muito útil para controlar a eficiência das equipes e dos procedimentos usados.

 

Maiores oportunidades de negócio

A longo prazo, o uso da tecnologia e dos dados acaba causando aumento da lucratividade do negócio. Afinal, essa agilidade leva a competitividade, menores custos e planejamentos que otimizam o negócio. No marketplace B2B da Nimbi, por exemplo, usar um catálogo de mais de 400 mil itens pré-negociados causa uma redução no custo de comprar em 70% e economia média no preço unitário em até 20%, graças a essa organização de dados e fornecedores do sistema.

 

Com a lógica data-driven, sua empresa consegue prever mudanças de cenários e tendências, incentivar inovação, reduzir custos desnecessários e fazer sua área de supply chain realmente evoluir. Quer saber como a tecnologia de gestão de compras pode ajudar ainda mais? Veja  nosso blog e acesse nossas redes sociais: Facebook, Instagram Linkedin e Youtube.

 

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