4 desvantagens em não ter um sistema de controle de cargas em tempo real

controle de carga

Embarcar uma demanda não é tarefa simples. Prova disso é que cerca de 95% das empresas utilizam duas plataformas diferentes para essa função. Porém, quem lida com o transporte rodoviário de cargas sabe que o trabalho não acaba quando o caminhão pega a estrada. Até a entrega, é responsabilidade da transportadora garantir o cumprimento dos prazos e manter o destinatário a par das movimentações. Dessa forma, implementar um sistema de controle de cargas em tempo real pode facilitar ― e muito! ― o dia a dia.

A sua transportadora já possui alguma ferramenta que realize o rastreio dos carregamentos? Se sim, este artigo também será útil para você! Isso porque existem diferenças significativas entre o rastreamento e o monitoramento, ou controle de cargas. Mas se essas inovações ainda são novidades, acompanhe e saiba por que é tão importante implementá-las, o quanto antes, no seu negócio. Continue a leitura!

4 desvantagens de não realizar o controle de cargas

Não contar com um sistema de controle de cargas tem um impacto sério no seu negócio. E isso pode acontecer nas mais diversas frentes, desde o embarcador, passando pelo TAC e, refletindo, até mesmo, no consumidor final. O grande motivo, como não poderia deixar de ser, é a agilidade que ele pode conferir ao processo. Além disso, reduz drasticamente a chance de erros humanos.

Bom, mas o nosso objetivo, hoje, é mostrar a você muitos dos problemas que a sua transportadora enfrenta ao não realizar esse monitoramento. Abaixo, selecionamos quatro dos mais comuns. Acompanhe.

1. Informações fragmentadas

No início deste artigo, mencionamos que existem algumas diferenças entre os conceitos de rastreamento e monitoramento, ou controle de cargas. E, aqui, está uma delas. No primeiro caso, o gestor tem como saber a localização de um caminhão em determinado momento. Já no segundo, o acompanhamento é feito em tempo real, 24h.

Sendo assim, o controle de cargas é muito mais completo. Afinal, durante o trajeto, muita coisa pode acontecer. Tráfego intenso, acidentes e paralisação de rodovias, ocorrências mecânicas, entre outros, são alguns eventos que podem impactar no prazo estipulado. Ou seja, adotar um software de monitoramento em tempo real mantém o gestor a par de tudo que acontece com o TAC, não apenas em determinadas situações.

2. Falta de dados para análise

Acompanhar o motorista em tempo real tem outro benefício que a sua transportadora perde ao não implementar um sistema de controle de cargas. Durante as 24h, todas as movimentações são registradas, ou seja, dados são gerados todos os dias, a qualquer momento. A performance dos TACs é um bom exemplo: ferramentas mais robustas conseguem coletar informações sobre velocidade praticada, freadas bruscas e número de paradas realizadas.

Mesmo que o tratamento desses dados seja, ainda, um dos grandes desafios da gestão logística, ignorá-los custará muito para a empresa. E, aqui, mais uma vez, os sistemas de controle de cargas podem ajudar. Já existem tecnologias que fazem o gerenciamento completo do transporte em uma única ferramenta e oferecem a visualização de toda a cadeia. Assim, é muito mais fácil ter acesso aos registros e relatórios.

3. Custos maiores

Aqui, talvez, esteja o maior problema que a sua transportadora enfrenta ao não contar com um sistema de controle de cargas. E, visto os gastos já inerentes à operação de embarque, qualquer chance de redução deve ser aproveitada ao máximo. Para se ter uma ideia da economia gerada por um TMS (Transportation Management System), aqueles que aderem à solução conseguem reduzir em até 30% os custos da operação logística.

Isso é conseguido por meio da análise dos dados obtidos. Assim, o gestor consegue identificar, com clareza, os pontos de melhoria, como processos ineficientes, rotas mais inteligentes e comportamento do motorista. Com isso em mãos, fica muito mais fácil agir e mitigar esses problemas.

4. Riscos de irregularidades e falta de segurança

Uma das etapas mais importantes para o transporte rodoviário, certamente, é a emissão de documentos. As consequências de pegar a estrada sem algum deles pode ser bem grave, incluindo multas retroativas. Um exemplo é aquela aplicada aos que descumprem a Tabela Mínima de Frete da ANTT, que revisa os últimos cinco anos. Quando esse processo é manual, as chances de erros são grandes. Entretanto, um sistema de monitoramento pode ajudar a automatizar boa parte desse trabalho.

Mas a falta de segurança não fica apenas na esfera legal. Não podemos deixar de mencionar os riscos de roubo que toda carga está sujeita. O monitoramento em tempo real, de fato, pode não evitar que um assalto aconteça. Entretanto, quando a mercadoria embarcada está ligada a um sistema de controle, as chances de localizá-la aumentam exponencialmente.

Contar com o monitoramento em tempo real no transporte rodoviário é uma forma de dar ao gestor informações relevantes, que possam ser usadas de maneira estratégica na transportadora. Afinal, essa é a grande vantagem que a tecnologia leva às empresas: muito mais poder de análise e decisões embasadas em dados concretos. Para entender melhor sobre esse assunto, leia o artigo Dificuldade logística não se limita a transporte de carga – é questão de gestão. Continue acompanhando o nosso blog para mais dicas e insights sobre o setor de TRC.

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