Como a torre de controle determinará quem sobreviverá no varejo eletrônico?

torre de controle

Em 2020, vimos de perto o boom do comércio eletrônico. Com grandes varejistas transformando seus sites em marketplaces, ficou fácil, para muitos negócios, ter alcance nacional. Mas, nesses quase três anos, os lojistas vêm percebendo que não basta ter uma boa vitrine on-line e gerar conversão. Garantir que, após a compra, o frete suprirá as expectativas se tornou prioridade para quem quer sobreviver nesse mercado. E é aqui que entra a torre de controle.

Essa é uma tecnologia que centraliza todos os processos, da criação das viagens à chegada do pedido. Vistos os desafios do transporte rodoviário de cargas e o peso que os consumidores têm dado à eficiência logística, monitorar todos os processos ajuda os embarcadores a encontrarem e driblarem os gargalos. Além de fazer da entrega um grande diferencial competitivo.

Neste artigo, você verá os detalhes a respeito da torre de controle e entenderá como ela é fundamental para o sucesso do varejo eletrônico. Acompanhe!

Torre de controle: entenda o cenário do varejo eletrônico

Durante toda a pandemia, inúmeros dados foram coletados acerca do comércio on-line. Itens mais buscados, ticket médio e expectativas e receios dos consumidores foram analisados à exaustão. No que diz respeito à logística, não foi diferente. Afinal, ela é um elo importante que responde boa parte da satisfação do cliente com a compra.

Isso porque o frete pode ser decisivo para o checkout, como mostra o anuário CX Trends 2022, realizado pela Octadesk junto à Opinion Box. No levantamento, 62% dos consumidores desistiram de fazer uma compra na internet por conta de, em primeiro lugar, o preço elevado da entrega. Em segundo e terceiro, aparece o preço do produto e a falta de confiança no lojista. A agilidade também aparece como um dos motivos: prazos considerados longos determinam a desistência de 18% dos entrevistados.

Como você já pode imaginar, oferecer frete grátis é um ótimo incentivo à conversão. E esse pensamento é confirmado na pesquisa elaborada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). Nela, 39% citam esse fator como principal decisor para uma compra.

Para os embarcadores, ficam, então, as perguntas:

  • como atender a essas exigências sem colocar em xeque a lucratividade?
  • de que forma a logística do negócio pode ser um diferencial?

A resposta para ambas está na torre de controle. No mundo da Logística 4.0, os dados são a fonte para embasar as decisões e é justamente o que essa tecnologia fomenta.

Veja como a torre de controle é responsável por elevar a experiência do cliente

Pelos dados acima, você já percebeu quais as principais demandas dos usuários do varejo on-line em relação ao frete: preço baixo e agilidade. Para os embarcadores, elas podem representar um problema a ser enfrentado. Ou podem se tornar o estopim para a revisão dos processos logísticos. Veja, na sequência, como a torre de controle pode ser a virada de chave que o seu negócio precisa.

Planejamento

Com uma torre de controle, tem-se em mãos todos os detalhes que envolvem o despacho da carga. Na verdade, ela já se mostra importante antes do caminhão pegar a estrada, ainda na fase de planejamento. Por exemplo: no caso de um embarque, é melhor optar por carga fechada ou carga fracionada? Alguns dos sistemas TMS modernos utilizam tabelas de frete, informações sobre a mercadoria, prazos e frota de veículos pré-cadastrados para cruzar esses dados e indicar o tipo mais adequado.

Comunicação com parceiros de negócio

Outra funcionalidade importante trazida pela torre de controle é a comunicação com as transportadoras. Isso porque saber de qualquer imprevisto na estrada dá ao embarcador a chance de buscar soluções antes que ele impacte a entrega ao cliente. E caso não dê para manter o prazo, permite que o consumidor seja informado e não fique esperando algo que não chegará conforme o combinado. Ao contar com uma ferramenta que centraliza a comunicação, evitam-se os ruídos e informações desencontradas que prejudicam a operação.

Coleta de informações-chave para análise

A logística orientada por dados nada mais é que a utilização estratégica de informações pré-coletadas. Ou seja, acontece quando cada movimentação é registrada e, posteriormente, analisada em busca de melhorias. Tendo em mente o ecossistema complexo no qual o embarcador está inserido, pode-se ter ideia da quantidade de dados que pode ser angariada durante uma única viagem. Desempenho da transportadora e do TAC, carga de retorno e cumprimento dos prazos são alguns exemplos de indicadores de performance.

Justamente por ser uma operação que envolve muitos parceiros, é essencial que a tecnologia surja como uma aliada. Até porque, no dia a dia de um embarcador, são muitas as demandas que ocorrem simultaneamente e em etapas diferentes. Assim, depender unicamente dos trabalhos é arriscar crescimento e consolidação no mercado.

Quer saber mais sobre como adotar a torre de controle aumentará a eficiência da gestão de transportes? Leia o artigo “Modelo SaaS na logística: como uma gestão na nuvem pode reduzir custos e aumentar a eficiência” e descubra!

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