Gestão de fornecedores em bens de consumo: 7 hábitos que prejudicam seus resultados

gestão de fornecedores bens de consumo

É perceptível, a praticamente todo mundo, que os consumidores estão cada vez mais exigentes. O custo-benefício é importante, mas a qualidade e, principalmente, o prazo de entrega são cruciais. Não é à toa que os e-commerces que fazem sucesso são aqueles que levam o produto à casa do cliente quase no dia seguinte. Por isso, engana-se quem pensa que a responsabilidade de cumprir esses objetivos é somente da frota, da equipe de produto ou de marketing. A gestão de fornecedores em bens de consumo tem papel fundamental aqui, logo o time de suprimentos também.

O motivo é simples: para repassar valores competitivos no mercado e oferecer transporte ágil, é necessário parceiros que condizem com essas características. Afinal, a compra de insumos por valores que não sejam competitivos e de fornecedores que falham na entrega dentro dos prazos acordados prejudicará o processo. Seja em companhias que vendem presencialmente, on-line ou, até mesmo, em indústrias.

Para ajudar você nesse cenário, apresentaremos os principais hábitos que atrapalham a gestão de fornecedores em bens de consumo. Você verá práticas que não devem ser realizadas e o porquê. Confira abaixo!

Conheça 7 hábitos que prejudicam a gestão de fornecedores em bens de consumo

 

1. Falhas no gerenciamento do estoque

Um dos principais desafios é o de manter os produtos estocados na medida certa, considerando a realidade de cada empresa, seja ela de nível de estoque aceitável, espaço físico ou capital destinado. Isso quer dizer que é preciso ter a quantidade ideal para as equipes trabalharem, mas sem exageros para não acontecer desperdício.

Para tal, a tarefa é uma só: planejar a demanda. Não espere para adquirir insumos perto da data em que serão utilizados ou compre em grande quantidade sem que essa seja uma exigência. Entenda o histórico de uso, a época do ano em que se encontra, o budget disponível e outros pontos que influenciam na decisão.

É interessante ainda fazer um plano de curto, médio e longo prazo que equilibre o consumo médio previsto com o prazo médio de entrega, que pode sofrer alterações ao longo do tempo e assim terá uma indicação do momento “ótimo” para fazer os pedidos sem inflar os estoques nem ficar exposto ao risco de desabastecimento.

2. Não considerar a logística

De nada adianta conseguir um valor excelente em produtos de boa qualidade se eles demoraram tempo demais para chegar. Essa situação pode atrasar a produção e, consequentemente, a entrega ao cliente, o que prejudica os lucros.

Logo, uma gestão de fornecedores inteligente considera a logística de entrega. Veja se o parceiro possui centro de distribuição próximo a sua companhia ou se garante um prazo que faça sentido para o que você precisa.

3. Deixar de analisar dados

Você provavelmente já sabe que a gestão de fornecedores em bens de consumo é relevante. Mas com tantas atividades na rotina, é comum ficar em dúvida se há espaço para mais uma. Contudo ela faz toda a diferença para os resultados.

A coleta de informações para o setor permite escolhas embasadas. Então, diminui-se o risco de tomar decisões que geram prejuízo depois.

Para realizar essa tarefa, as tecnologias de e-procurement são a resposta. Elas diminuem as atividades repetitivas, oferecendo espaço para a equipe ser estratégica e facilitam os insights. Você pode conferir os motivos para adquirir uma solução estratégica no seu setor de compras, como a Nimbi Private, neste texto.

4. Não verificar o histórico

Não é de hoje que as avaliações on-line e as indicações de amigos fazem sucesso quando vamos adquirir um produto ou serviço. Afinal, conhecer o histórico de uma empresa oferece segurança e certeza na hora da compra.

Quando falamos de negociações B2B e da gestão de fornecedores em bens de consumo, isso não é diferente. O ideal é conferir, de forma constante, a reputação do parceiro. Mesmo que você já tenha fechado acordos com ele.

Além disso, verifique o andamento do trabalho dentro do negócio. Os prazos estão sendo cumpridos? Os produtos chegam com alto padrão? As condições de pagamento estão flexíveis?

Por fim, vale lembrar que esses relatos ajudarão no momento de uma aquisição. Muitos insumos são obtidos com a mesma especificação, tanto os diretos como os indiretos. Então, refazer o orçamento cada vez que vai fazer um pedido é um desperdício de produtividade. Utilize as informações anteriores para realizá-los com agilidade.

5. Ignorar o compliance

Este é um dos conceitos que está ganhando força no setor de suprimentos, mas que gera muitos problemas dentro das empresas. Isso porque é normal que fornecedores de longa data criem uma relação amistosa com a equipe e deixem o compliance em compras de lado.

Pode até parecer bom para os negócios, mas a realidade não é exatamente essa. O cenário descrito torna desconfortável uma avaliação não tão positiva por falta de qualidade ou por atraso. Sem contar que deixa a companhia nas mãos desse único vendedor quando falamos de condições de pagamento. Por fim, é bom salientar que lesa o desenvolvimento de novos fornecedores, crucial para uma excelente performance. Não seguir essas diretrizes também “mancha” a imagem da organização no mercado, visto que passará a imagem de favorecimento e falta de credibilidade.

6. Desconsiderar a homologação dos fornecedores

Sabemos que algumas funções são custosas de realizar e a homologação é uma delas. Tanto que já existem plataformas B2B que facilitam esse processo. Entretanto, desconsiderar essa atividade tem consequências importantes para o negócio.

Uma base de cadastros sem esses critérios gera mais chances de riscos e abre espaço para descumprir as políticas da empresa. Ademais, é comum perder a data de vencimento de contratos e levar bastante tempo para fazer uma compra, pois não há esse registro.

7. Não trabalhar com parceiros regularizados

Você sabia que fechar acordo com vendedores de organizações que não cumprem direitos trabalhistas pode trazer problemas para a sua companhia? Isso porque os parceiros são considerados coniventes com essa situação e recebem penalidades.

Então, garantir que os fornecedores são éticos e cumprem as leis é essencial. Ainda, vale conferir se eles utilizam práticas de ESG (ambientais, sociais e de governança).

Uma ótima alternativa para aperfeiçoar a gestão de fornecedores em bens de consumo é usar a tecnologia. Para entender como ela pode auxiliar, confira outro texto em nosso blog! O “Nimbi eProcurement: como a plataforma ajuda a aumentar a produtividade da sua área de compras em até 40%” explica em detalhes. Até a próxima!

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